Fonte: www.scielo.br
Manoel Eugenio dos Santos ModelliI; Riccardo PratesiII; Pedro Luiz TauilIII
IInstituto de Medicina Legal. Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal. Brasília, DF, Brasil
IIPrograma de Pós-Graduação em Ciências Médicas. Faculdade de Medicina (FM). Universidade de Brasília (UnB). Brasília, DF, Brasil
IIIDepartamento de Medicina Social. FM/UnB. Brasília, DF, Brasil
RESUMO:
O objetivo do estudo foi analisar a presença de alcoolemia em vítimas fatais de acidentes de trânsito, no Distrito Federal, em 2005. De 442 óbitos, 163 foram resultantes de atropelamentos, 84 de capotagem e 195 de colisão. A alcoolemia foi dosada em 238 casos (53,7%). A maioria das vítimas era jovem, entre 18 e 35 anos e do sexo masculino. Entre as vítimas de colisão, 44,2% tinham níveis de alcoolemia acima de 0,6 g/l; nas vítimas de capotagens, esse percentual foi de 57,7% e, entre os pedestres, 32,5%. A diferença entre as proporções de vítimas com alcoolemia positiva foi estatisticamente significativa para os que sofreram acidentes de capotagem em relação aos demais.